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Fronteiras com : Apachi e Brightsidevalley
População: Grande
Principais Atividades Econômicas: Exportação de remédios, sementes, vinhos e produtos Agrícolas.
Principais locais : Os doze templos, O tribunal, A cascata das lagrimas de luz, As plantações, o Ministério de Olympia, O Monte Sagrado e O Estádio de Jogos Olimpios.
Principais datas festivas: A festa da colheita, O dia das doze virtudes, A Paska e o Dia da Gratidão.
Números econômicos: Rico
Força militar: Pouco numérica, mas excelente defensiva, possuem boas equipes médicas e ótimos suprimentos.
Cores Oficiais: Verde Turquesa, Branco e Amarelo



O Reino de Olympia




O reino de Olympia é um reino de muita luz e espiritualidade cheio de templos, tradições e rituais de purificação, um povo muito gentil e bom. De muita fé, são talvez o povo mais religioso e devoto ao senhor de todos os céus em toda Gaiarth. São conhecidos internacionalmente por seus poderosos medicamentos caseiros, que não se igualam a de nenhum outro reino. Seus imensos campos de prósperas plantações são muito aclamados também, os mais conhecidos entre esses são os de girassóis, trigo e uvas, desses fazem a bebida alcoólica mais fina e apreciada de Gaiath: o vinho Olympo. Se peculiarizam também por usar adereços feitos de louros como crença de atrair sabedoria. Certa época do ano Olympia entra no inverno e as pessoas costumam se aquecer com seus deliciosos vinhos e sopas quentes. É uma nação populosa e moderadamente rica, que por acreditarem sempre no equilibrio através de dialogos e formas pacificas de justiça, acabaram adquirindo a reputação de ter uma exercito considerado fraco e pouco numérico. Fato é que estes soldados tem a tradição de possuir os mais resistentes e inquebráveis escudos. Apesar da aparência delicada e frágil, esses escudos olympianos são forjados de um poderoso metal que é posto submerso durante semanas sob as águas de uma conhecida cascata, a nomeada cascata das lágrimas de luz. Dizem os mais sábios que essas águas foram abençoadas por algum tipo de magia divina poderosa e suas propriedades mágicas podem curar até o mais enfermo. Tais águas cristalinas desde que descobertas estão sobre propriedade restrita real. Aqui em Olympia adotaram a cruz como simbolo terreno que clama pela misericórdia dos céus. Atualmente a população está adotando mais outro simbolo de fé, um colar feito com um fio que interliga pequenas pedras redondas e na ponta deste há uma cruz que o finaliza, foi criado no antigo reinado e adotado pelo antigo rei, é conhecido como símbolo de penitência e proteção divina, o chamado crucificus. Em Olympia, uma vez na semana as pessoas se reúnem nos templos do reino, levando de ofertas para os sacerdotes, pão, trigo, uva, girassóis, cordeiros, ovelhas e também vinhos em cálices, para rezar, pedindo por luz, saúde, prosperidade, sabedoria e paz. A maior festa do reino de Olympia é chamada Paska, uma festa religiosa. Sua atual rainha, Inês, é a mais jovem líder na história do reino, muitos a subestimam, porém ela tem se provado uma boa governante, apesar de ter certa dificuldade em lidar com decisões radicais e controversas, porém ela conta com ajuda de sua Guidendin angelical Auréola e do seu sábio e único general real, Héracules.



O Rainha de Olympia
Inês Patrokolosa

Inês Patroklosa é a mais jovem rainha à já assumir o trono na história do reino de Olympia. Isso trouxe incerteza e dúvidas no inicio do seu reinado, mas logo tais preocupações se transformaram em admiração e respeito.
Inês nasceu em uma família rica do reino, quando veio a vida deu um grande susto em seus familiares, pois assim que nasceu, Inês se encontrara doente, com fraca respiração e batimentos irregulares, muitos disseram que logo ela morreria. Seus pais então pediram ajuda de conhecidos da corte do rei e assim conseguiram acesso a fonte das lágrimas de luz, uma fonte lendária em Olympia por acreditar-se ter propriedades mágicas curativas. Os Pais de Inês a banharam então em tais águas cristalinas e milagrosamente a pequenina apresentou vida em seus olhos azuis, levemente esverdeados e a pequenina entregou a eles o primeiro de muitos sorrisos seus.
Inês cresceu muito protegida e regrada por seus pais, que a tornaram um pouco ingênua, insegura e dependente. Inês sempre foi muito, gentil e bondosa com todos a sua volta, durante sua infância, certa vez conheceu uma garotinha muito pobre, de sua mesma idade, que se aproximou oferecendo um pedaço de pão que sua própria mãe teria feito. Inês não estava com fome e gentilmente agradeceu a atitude da garotinha. Elas então começaram a brincar e conversar próximas a um chafariz. A garotinha de roupa suja e pés descalços, admirava a pele limpa, os cabelos cheirosos e sedosos de Inês, por isso falou que sua mãe e seu pai trabalhavam nas plantações todo dia, mas que eles não tinham tanto dinheiro e esse era o motivo dela andar descalça e com roupas não tão boas, ela ainda acrescentou: "Certas vezes meus pais pensam em deixar o reino para buscar melhores condições em Goldencrown, mas mesmo contudo somos muito felizes em Olympia!" Ao chegar em casa naquela tarde Inês contou aos pais sobre esse relato e os questionou porque as outras crianças não tinham o mesmo que ela. Na tarde do dia seguinte Inês procurou a garotinha e quando a encontrou entregou-a uma grande sacola com alimentos e alguns pertences pessoas que tinha. Inês nunca esqueceu a feição e o brilho de felicidade nos olhos da garotinha ao receber o presente. Tempos passaram e Inês estava no fim de sua preparação para se tornar uma sacerdotisa Olympiana, de fato, já era conhecida no reino pelos seus atos de caridade e gentileza para os mais doentes e necessitados. Os pais de Inês sempre se preocupavam com ela, por muitas vezes visitar locais pobres, afastados e também por colocar suas necessidades abaixo das de outras pessoas, tudo com o intuito de levar esperança e bondade para as pessoas de Olympia. Quando Olympia ficou em crise e logo uma vez mais sem um rei ao trono, Inês ficou motivada e esperançosa, talvez pudesse ser sua chance de fazer reais mudanças na sociedade. Ao saber da abertura da subida aos céus, ela disse a seus pais que iria até a cidade templo para a seleção, eles porém tentaram fazer a filha ver por outro lado, pois não queriam que ela se arriscasse uma vez mais pelos outros, que as vezes nem mereciam sua bondade e luz, mas Inês estava decidida a ir e por isso seu pai propôs acompanha-la na viagem. Inês e seu pai se dirigiam para a seleção no salão primordial, ainda faltava uma longa fila e alguns níveis de escada, mas a aura e bondade de Inês era grande que sua essência atraiu a criatura guardiã em forma primitiva, que deixou seu aposento durante a seleção e se colocou ao encontro de tal energia que estava de forma tão forte sentindo, como uma força que naturalmente o atraia e assim chegou até Inês, o animal equino colocou inês sobre suas costas e a levou até o salão primordial onde as sacerdotisas estavam. Lá a criatura brilhando intensamente abandou sua forma primitiva e assumiu sua forma guardião-guia, uma figura Angelical com uma poderosa e inigualável presença luminosa que surpreendeu e comoveu a todos que puderam observar tal cena. Inês estava muito emocionada por ser escolhida como a nova rainha de Olympia e não pôde conter as lágrimas que desciam pelas suas bochechas rosadas, foi quando uma voz misteriosa ecou na cabeça de todos os presentes ali: " Lágrimas tão puras, de Luz e Esperança!"



A Guidendin de Olympia
Auréola
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Habilidades: Invocar feixes de luz para ataque, Campo de força e habilidades santas.
Hobbies: Gosta de observar as pessoas.
Rumores: Há rumores que essa Guidendin possa servir de ponte de comunicação entre anjos e humanos.
Relatos: Foi relatado que Auréola é capaz de desfazer pactos que foram feitos com as forças do mal.

Auréola , uma figura mágica com um parecer angelical, é a Guindendin do reino de Olympia. Essa Guindendin é muito reservada, sábia, leal e destemida, que possui habilidades formidáveis assim como os outros Guidendins. Foi idolatrada pelas sacerdotisas do templo celestial ao revelar-se em sua verdadeira essência guardiã.
'' Foi incrível ! Quando a luz diminuiu e as imagens puderam voltar aos nossos olhos, nos deparamos com aquela imagem mistica e solene. Asas incrivelmente longas com penas tão brancas quanto o mais branco que puderes imaginar saiam de suas costas. Segurava em sua mão direita um cetro mágico com um cerne cristalino reluzente da cor azul, como o tom do mais limpo e sereno céu. A Guindendin que estava ajoelhada, foi levantando-se lentamente, lindamente implacável e majestosa, porém de forma muito misteriosa, pois não havia feição em seu rosto. Em verdade, seu rosto era limpo, vazio. Liso, sem olhos, nariz ou boca. Sua presença algo que enchia os corpos, um ser de luz e muita esperança. Enquanto nos deslumbrávamos , ouvíamos a batida bem forte de um coração pulsando, que se destacou no silêncio da sala. Percebemos então que a criatura tinha um coração exposto e que o forte som de pulsar vinha de seu peito.''
Desde a escolha de seu protegido, Auréola é extramente devota e protetora à sua rainha. Ela não deixa sua alteza real sozinha nem por um minuto se quer, ao menos que seja ordenada pela própria Inês. Não tem como saber se ela dorme, pois como a mesma não possui face não há distinção para isso. Sua forma de comunicação é sem igual, comunica-se através de telepatia. O que a permiti conversar em particular com uma pessoa mesmo que haja outras ao seu redor. Aureola sempre está disposta a proteger todos das forças ocultas do mal e por meio de poderes mentais consegue escutar pensamentos aflitos a longas distâncias. Usando sua energia santa, cria, e dispara feixes de luz celestiais. Faz ainda o uso de campos de força santos, assim como alguns poderes de propriedades angelicais desconhecidos.



Os General Real
O General em Cargo: Herácules Deonsonio
Nascido numa familia tradicional de sacerdotes, ainda criança viu seu pai se tornar o novo rei de Olympia. Logo que assumiu o posto seu pai o quis nomear general, mas teve que esperar o filho crescer para oficializar o pedido a cidade templo. Herácules ao alcançar a idade estipulada tornou-se então general para cumprir o desejo do pai, mas por pouco tempo, pois ele se encontrava apaixonado por uma dama como nunca havia antes, por isso não queria juventude "eterna" para ter que assisti-la envelhecer. Então Herácules pediu permissão de seu pai para renunciar o cargo, mas o rígido patriarca o colocou uma condição, se o fizesse, teria que se desligar por completo da família real, de seus compromissos, afazeres e regalias. Herácules não exitou se quer um segundo, já que sempre teve o sonho de ter uma vida mais simples no campo e constituir uma família ao lado da bela jovem, mas lamentou pela atitude de seu pai. Herácules e sua mulher viveram juntos como queriam, no campo, numa pequena casa com um pedaço de terra onde puderam fazer sua própria plantação. Plantaram girassóis, trigos e uvas, estavam felizes como nunca, exceto pelo fato de não conseguirem ter um filho, tentaram e tentaram, mas não conseguiam gerar um herdeiro, por isso decidiram adotar um casal de gêmeos de uma família vizinha muito humilde e desestruturada. Finalmente com os dois meninos sob seus cuidados, o casal estava inteiramente feliz, tinham a vida que tanto queriam, porém num certo cair de noite, já quase no fim da infância dos meninos, os gêmeos brincavam no gelo, quando o lago congelado se rompeu e os dois cariam na água congelante. Seus pais logo perceberam a falta dos filhos e depois que seus chamados não foram respondidos, saíram em desespero em busca deles, seguindo suas pegadas até o riacho congelado, eles procuraram e procuraram, mas infelizmente jamais os achariam. O casal entrou em forte tristeza e culpa, eram assombrados diariamente com as memórias dos dois loirinhos correndo pela casa. O tempo passou e Herácules, alcançando 40 anos, ainda mantinha o sonho de gerar um filho que seja. Constantemente ia a templos na capital levar oferendas e rezar, em penitência, pedia perdão pela morte dos gêmeos e suplicava por uma nova chance, dizia que se fosse a vontade dos céus esse gostaria de provar a si mesmo ser o melhor exemplo de pai. Fazia alguns dias que sua mulher começara a sentir enjoos e tontura foi quando chamaram um médico que confirmou as suspeitas, descobriram que teriam um filho, mas a vida não seria tão doce para eles. Durante o inverno Olympiano, Herácules foi chamado por seu pai, o rei, para ir a capital de Olympia, sua mulher ainda no fim da gravidez não podia acompanha-lo, mas prometeu chamar seu próprio irmão para lhe fazer companhia enquanto Herácules estivesse fora. Foi quando a mesma adoeceu, sem que seu irmão soubesse, ela estava sendo visitada, drenada por um espectro toda a noite, pois irradiava vida e felicidade. Assim que Herácules soube do que estava acontecendo pelo seu cunhado, retornou o mais depressa possível. Ao retornar a sua casa expulsou o espectro e lutou toda a noite para o manter afastado, mas sua mulher já estava muito enfraquecida, de fato sua aparência denunciava seu estado. Ela estava muito debilitada, Herácules não conseguia mais escutar batidas de coração dentro de seu ventre. Percebendo a gravidade da situação, Herácules a carregou consigo, montado em Ícaro, seu pégaso, se dirigiu para a fonte das lágrimas de luz, um local santo e milagroso nas terras de Olympia, pois banhado sua abatida esposa em tais águas talvez recuperasse sua saúde. Enquanto se encaminhavam até o local sagrado uma forte nevasca caia sobre o reino. Herácules fez a promessa de que se ele chegasse até a fonte e se sua mulher se curasse, adotariam dez crianças. Herácules acreditava firmemente que conseguiriam, mas não foi o que aconteceu, seu Pégaso caiu de frio e Herácules desmaiou ao lado de sua mulher inconsciente, em sua visão antes de apagar viu o espectro a cobrindo novamente. Ele então em sono profundo escutou a voz da sua amada o dizendo algo que sempre costumava dizer: "Sabe Herácules... Acredito que quando morrer os céus me mandarão novamente a vida para me encontrar com você e será assim enquanto a vida não destruir nosso amor, porque o amor é algo bonito de ser assistido pelos céus e quando é verdadeiro, se mostra maior que tudo, não importa as dificuldades e todas vezes que nos separemos, sempre renascerá novamente de alguma forma, em algum lugar." Herácules e a mulher foram encontrados por um camponês que os abrigou do frio. Nos dias seguintes o pobre homem estava inconsolado ao enterrar sua tão amada esposa. Com o proposito de vingar a morte dela, ele perseguiu espectros pelas terras do reino nos meses seguintes, ficando reconhecido por salvar a vida de muitos Olympianos. Naquele tempo Olympia foi assombrada por uma súbita infestação de espectros, foi quando muitos o nomearam de santo homem. Apesar do reconhecimento local, ele não tinha ainda superado a perda de sua amada esposa e nem de seus três almejados filhos. Um dia enquanto peregrinava abalado, apertado pela saudade, fora atormentado por uma entidade maleficente que disse que podia tirar todo o amor de dentro dele se assim quisesse e que logo esse não sofreria mais, porém Herácules conseguiu se desvencilhar da tentação maleficente, lembrando-se dos momentos bons que passou ao lado dos entes queridos e que por mais que a dor o assombrasse não poderia viver sem tais lembranças, pois tornaria sua vida mais vazia do que estava, tais lembranças inestimáveis era tudo o que ele ainda tinha. Minutos depois foi atormentado novamente, dessa vez a entidade maléfica tomou a forma do fantasma de sua mulher, pedindo-o para se encontrar com ela num outro mundo, porém uma vez mais Herácules foi apto de escapar da armadilha em seu caminho. Naquela noite num novo sonho ouviu as palavras de sua falecida mulher dizendo a ele o trecho que sempre costumava dizer e surgiu em sua mente ao acordar uma ideia. Herácules esperaria por ela! Ele partiu em Ícaro, seu Pégaso, até o castelo templo de Olympia, ao chegar lá pediu para assumir o cargo que seu pai tanto tinha destinado a ele, Herácules se tornou general uma vez mais, retomando o mandato. Anos se passaram e o pai de Herácules faleceu, foi quando o mesmo passou por votação pública, assumindo o trono do reino como rei temporário, mesmo preferindo que uma sacerdotisa da cidade templo assumisse, ele aceitou o importante dever. Dez anos depois de um bom e admirado reinado, viu Inês ser coroada a nova rainha de Olympia, ficando encarregado de a inteirar das atuais situações e tarefas reais. Após terminar com seu serviços, viu Inês, ainda muito inexperiente, o pedir gentilmente para continuar a seu lado como seu primeiro general real.
Pensando no tempo à mais que teria em vida, sonhando com o dia que reencontraria o amor de sua falecida esposa, Herácules contentemente aceitou. Assim si tornou o braço direito, e escudo de Inês, que conquistou facilmente seu respeito e de todos olympianos por sua integridade, bondade e compaixão ao próximo, mesmo o falecido pai de Herácules sendo um homem valoroso e vindo de uma família tradicional de sacerdotes, ele nunca tinha testemunhado atos de caridade como os de Inês que de certa forma o contagiaram e o inspiraram a permanecer a seu lado e entrega-la sempre o seu melhor.
"A coroa de espinhos presa em sua cabeça precisa ser retirada, o manto de culpa que colocou sobre vós não deves ser mais utilizado... Como espera que os céus o perdoe, se não cometeste mal algum? É você quem acha que precisa ser perdoado, deixe as almas dos que já se foram um dia descansarem em luz e paz. Não podemos prever o futuro Herácules, muito menos vivermos presos ao passado, devemos viver o presente da forma mais consciente que conseguirmos, por isso deixe de si afligir. Se achas que precisa ser perdoado então perdoe-se, no fundo sabes que não há nada que pudestes ter feito, simplesmente não tinha como saber. Tente seguir seu caminho como o homem que eles conheceram, não como o homem que os infortúnios da vida o tornou."











