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Numero de origem : 02

Fronteiras com : nenhum reino, próximo de Apachi.

População: Grande

 Principais atividades econômicas: Nenhuma especifica

Principais locais: A montanha dos dragões negros  

 As Catedrais, os cemitérios e o Portão de Exílio.

 Principais datas festivas: O aniversário de Odion

O dia dos Dragões Negros e o dia dos mortos.

 Classificação econômica: Rico

 Força militar: Numérico-significativo é especializado no combate as criaturas e artes maleficentes.

Cores Oficiais: Roxo Escuro e dourado

 

O Reino de Odion

Dizem que logo após a criação da Cidade Templo e do inicio da vida em Gaiarth surgiu as forças da Maleficência, cujo objetivo é destruir o equilíbrio e a paz de Gaiarth. Depois da guerra dos 1.000 anos, grande parte do exercito das trevas foi aprisionada em uma parte remota de Gaiarth, atrás de um gigantesco portão. O senhor dos céus criou então uma criatura para proteger aquele local, uma criatura poderosa e com eficacia para derrotar criaturas negras, ele gerou de suas próprias mãos o primeiro dragão negro, também deu a missão para o primeiro homem e seu primogênito guardarem aquele portão, criando então para ajuda-los o segundo Guidendin, mudaram-se para proteger o portão então: o  primogênito do primeiro homem, sua esposa que era uma sacerdotisa e o novo guidendin  (o segundo da historia de Gaiarth) . Eles cuidariam daquele local com ajuda dos poderosos dragões negros. Deu-se então assim as origens do reino de Odion, um reino sem muita luminosidade solar por causa de nuvens escuras sempre no céu pela manhã, o que ajuda os dragões negros a se camuflarem, estes se alimentam de muitas coisas, mas tem uma preferência por criaturas das trevas. Por não serem seres radiantes, esta especie de dragão passa despercebida pelas criaturas do mal, que acabam sendo devoradas pelos gigantes alados, por isso sua eficacia no combate as criaturas maleficentes.  Certa vez as criaturas da maleficência juntaram grandes forças do lado de dentro do portão e numa especie de fusão geraram uma horrenda criatura, um colosso demoníaco, que depois de muita persistência, auxiliado por poderosas bruxas pelo lado de fora, rompeu o portão de exílio, onde foi aprisionada as forças da maleficência após a guerra ancestral de 1.000 anos. Este episódio é conhecido como a segunda guerra dos homens contra as forças da maleficência. Muitas forças militares de toda Gaiarth foram enviadas até a localidade do portão para evitar a criatura grotesca de prosseguir, inclusive exércitos das sociedades misticas. Um dos primeiros magos de Gaiarth conseguiu lançar um poderoso feitiço que foi capaz de aprisionar e paralisar para sempre o grande ogro/demônio de seis braços, imensas asas e duas cabeças com três faces em cada. Foi construído ao redor da criatura paralisada uma nova torre para substituir a antiga torre do conselho do reino de Odion, onde o imenso monstro estava quando deu seu ultimo rugido. Hoje ele pode ser visto em cima dos escombros da antiga torre, parado, como se fosse despertar a qualquer momento. Mas a guerra para destruir as forças das trevas naquele tempo e trancar o portão prolongou-se  até o cair da noite seguinte, porém graças aos Guidendins que já haviam em Gaiarth, aos grandes dragões negros e as sociedades misticas, as forças da maleficência foram derrotadas novamente e o portão de exílio trancado e selado. Durante esta guerra uma  bruxa irritada com a eficiência dos Dragões Negros para com as criaturas do mal, lançou uma forte maldição para afetar os dragões, todos os dragões. Foi então que os chamados reis dos céus começaram a se contorcer e cair ao chão,  graças a um guerreiro, na época ainda jovem, o feitiço foi interrompido. Muitas especies de dragão foram extintas naquela noite, exceto os negros,  os dourados e os brancos. Os negros por serem resistentes a feitiços das trevas; muitos dos dragões dourados morreram, mas ainda restaram alguns, graças a interrupção da  maldição. Esta especie desenvolveu após isso certa resistência a magia, não sabe-se o porque ao certo, mas dizem que há algo relacionado a sobreviverem ao feitiço da poderosa bruxa; Enquanto aos brancos, sua população foi salva da memorável tragédia, saíra ilesa, graças ao bravo guerreiro que matara a bruxa antes da conclusão da aniquilação dos dragões. Para garantirem que o portão não seria aberto novamente foi criado uma escritura, um lacre por vários lideres de brightsidevalley, unidos com os mais poderosos lideres das criaturas misticas que vieram em auxilio dos homens naquela noite, fundiram assim suas magias e enfeitiçaram o portão. No fim da batalha pelo portão o pedaço de terra que o abrigava foi afastado pela força suprema da criação do resto de Gaiarth, se tornando um reino cercado pelo mar turvo. O senhor dos céus castigou as forças do mal e as obrigou a dormirem por eras, ordenou também que  pessoas permanecessem e fizessem sua morada ali, a fim de estarem sempre prontas e atentas para uma nova possível abertura do portão. Foi então que o reino de Odion se tornou mais populoso e fez surgir na árvore da vida um novo galho trazendo uma nova linhagem de guidendins que escolheriam os futuros lideres desse reino. As sacerdotisas da Cidade Templo afirmam que os reis escolhidos para a missão de governar este reino possuem uma das auras reais mais celestes e puras, justamente por terem a mais dificil missão em Gaiarth, além de governar  todo um reino, guardar o portão de exilio. O fato é que não se ouve nada dentro do portão há muitos e muitos reinados. Dizem que as forças do mal dormem intensamente, economizando forças e esperando uma oportunidade para fugirem. Em Odion há imensas catedrais espalhadas, muitas dessas servem de lar  para estatuas encantadas, chamadas de gárgulas, que as vezes sobrevoam o reino. Odion também é habitada por  mensageiros de desencarnação, eles são criaturas que trabalham para o processo de morte, recolhendo as almas ruins e levando-as para o julgamento pós vida, por isso não estranhe vê-los vagando por ai, geralmente são invisíveis, mas não nos territórios de Odion, pois é um reino enfeitiçado para que anule este efeito, evitando assim entradas e fugas despercebidas de qualquer criatura ou espirito indesejado.

O Rei de Odion

Askar Ladelmort

O Atual líder do reino de Odion é Askar Ladelmort, um impressionante sábio, perito em anatomia de diversos seres, assim como suas linguagens, escritas e costumes também. Muitos acham assustador a coleção de partes anatômicas que ele possui, centenas de partes de cadáveres das mais diversas criaturas de Gaiarth. Além disso este rei tem um enorme fascínio por relíquias e artefatos das sociedades Gaiarthicas ou místicas e adora estuda-las meticulosamente, para muitos isso seria um trabalho árduo, monótono e entediante, mas não para este rei, ele adora ter seus conhecimentos desafiados e sempre busca engrandecer seus nichos de sabedoria.
Askar cresceu na família de um importante sacerdote do reino de Odion. Desde sua infância já mostrava fascínio por partes de coisas mortas, sempre as viu como algo interessante. Dizem que seu fascínio pelas sociedades e línguas Gaiarthicas e misticas vieram dos livros que ele leu quando ainda criança, outros dizem que o próprio já contara que foi salvo de criaturas maleficiosas por um grupo de elfos e dizem  até que morou certo tempo com eles, fato é que há poucas pessoas na história de Gaiarth que já tenha demonstrado tamanho interesse nas culturas das diversas nações, tanto gaiárthicas, quanto misticas, como tal homem. Com o passar do tempo aquele menino que vivia focado em livros e recolhendo partes de cadáveres se tornou um renomeado estudioso em seu reino, durante sua adolescência ficou conhecido internacionalmente, pois viajou para os mais inóspitos, mágicos, intocados lugares, para estudar habitats, criaturas e seus comportamentos. Askar deve ser uma das poucas pessoas ainda vivas que já viajou por todos os atuais reinos. Sua personalidade é sempre muito cordial, ele se importa com os mais oprimidos e é uma pessoa que apesar de seu berço burguês, é muito humilde e simples. Por onde passou esse conhecedor fez amizades sinceras, vivendo muitas aventuras, deixou sua marca e sabedoria aonde foi. Ele foi coroado aos 28 anos e muitos não ficaram surpresos, pois esse homem exalava uma sabedoria, coragem e bondade acima da conhecida. Dizem que os reis deste reino são os mais abençoados e com maior ligação para os planos celestes. As sacerdotisas da  cidade templo afirmam os reis de Odion tem tendência a possuírem as auras reais mais puras e incorruptíveis,  dizem que isso deve-se a Odion ser um dos primeiros reinos e por nele possuir o perigoso portão de exilio, que precisa ser bem vigiado dês dos tempos mais antigos. Elas disseram também que Askar pode possuir  a aura real mais pura e celestial que estas já presenciaram, até mesmo mais poderosa do que qualquer outra que conste nos velhos registros da galeria dos reis

O Guindendin de Odion

Azard

Reino: Odion

Numero de nascimento:

Habilidades: Dispara bolas de energia, se teletransportar pelas sombras, pode tomar qualquer forma no escuro, entra nos pesadelos, faz pesadelos virarem sonhos, produz uma cortina de fumaça, tem visão de calor e eco radar.

Hobbies: Brincar com os dragões negros e observar seu rei estudando, além é claro de caçar insetos.

Rumores: Há rumores que esse guidendin pode tirar todo o mal existente em um ser vivo.

Relatos:  Foi relatado que Azard é capaz de causar um eclipse artificial. 

Azard é um Guidendin com um par de asas de dragão negro, orelhas de morcego, antenas de mariposa, presas de besouro e cauda de iguana. Tem o dom de se abstracionar no escuro, podendo assim tomar qualquer forma. Possui também o poder de se teletransportar por entre as sombras, sumindo em uma e aparecendo em outra. Azard pode enxergar no escuro com facilidade, pois faz o uso da ecolocalização assim como visão noturna e visão sensorial térmica. Além disso, pode entrar em sonhos e até mesmo em pesadelos e os modificar. Pode ainda focalizar e atirar bolas de energia de suas mãos, por fim, ainda tem o poder de disparar uma intensa fumaça de seu corpo para distrair seus inimigos. Azard gosta de caçar insetos e ficar de cabeça para baixo observando tudo o que se passa pelo seu reino. É um Guidendin quieto e reservado, mas muito confiável e prestativo, que está sempre atento a qualquer movimento e ação suspeita, se considera o guardião dos portões de Odion e dará sua vida para que esses permaneçam sempre fechados.

Os Generais Reais

O Primeiro General em Cargo: Morgana Rarardolzi

Morgana nasceu numa família distinta do reino de Odion. Sua família, por tradição, sempre se encarregou de cuidar das bibliotecas centrais do reino e foi lá que ela passou boa parte de sua infância e adolescência. Morgana logo se tornou uma historiadora, foi por essa época, quando já gerenciava uma das bibliotecas de Odion que conheceu Askar Ladelmort, um garotinho estranho e inseguro que frequentava diariamente os corredores das bibliotecas e passava o dia praticamente todo lá, perdido nas histórias dos livros. Logo Morgana se afeiçoou pelo menino que com os anos se tornou um adolescente. Durante sua adolescência Askar decidiu tomar uma corajosa decisão, queria poder observar o que havia lido nos livros, assim também como testar e aumentar seus conhecimentos, por isso partiu sozinho em uma viagem por Gaiarth. Quando Askar retornou de sua jornada já era um adulto e estava extremamente mudado, muito mais sábio do que já era e muito mais seguro de si, voltou para Odion revigorado. Morgana ficou admirada com seu crescimento e se tornaram grandes amigos. Askar e Morgana foram juntos até a subida aos céus onde Askar foi escolhido pela criatura guardiã-guia, guidendim para ser o próximo rei de Odion. Depois de Askar ser nomeado rei, chamou Morgana para ser seu primeiro general real, juntos administram de forma inigualável o reino de Odion, com muita inteligência, conhecimento e sabedoria.

O Segundo General em Cargo: Zigfrid Orionson

Zigfrid, um guerreiro paladino treinado nas catedrais de Odion, desde bem pequeno. Ele foi deixado na principal catedral do reino, no centro da capital, onde foi criado pelos sacerdotes e posteriormente, aos oitos anos, entregue a um Guerreiro que constantemente ia até a arquidiocese. Esse homem já tinha muita intimidade e familiaridade com o arcebispo e todos demais sacerdotes que frequentavam o local e acabou se apegando ao pequeno garoto. O experiente guerreiro um dia decidiu tomar conta de Zigfrid definitivamente, o tomando como seu aprendiz e protegido. Ele o treinou, pois se identificou com seu abandono e a criação sob os cuidados do arcebispo e dos outros sacerdotes. Anos se passaram e um forte laço de amizade entre mestre e tutor nasceu e consolidou-se entre os dois. Um dia o mestre de Zigfrid enfrentou um velho inimigo seu e morreu em batalha. Logo após a morte de seu mestre, morto por um clérigo negro, Zigfrid já um exímio guerreiro,  juntou-se a classe dos paladinos. Após concluir seu treinamento retornou a capital de Odion a fim de proteger o reino com seus serviços santos. Na capital começou a ser atormentado por vozes misteriosas, que traziam a cena da morte de seu adorado mestre repetidamente, tanto em pensamentos, quanto em pesadelos. Tais vozes faziam Zigfrid acreditar que era de certa forma o verdadeiro responsável pela tragédia. Com intuito de se livrar desses tormentos ele decidiu vagar pelas regiões mais afastadas do reino. Durante  seu momento de introspeção salvou um lobo selvagem de ser vitima de uma besta tenebrosa. Tal lobo era líder de sua matilha que veio ao seu resgate. O velho lobo ferido  foi curado pelas técnicas santas de Zigfrid, o animal então mostrou sua gratidão e impôs o respeito de sua alcateia à seu salvador. Zigfrid continuou sua peregrinação, acompanhado pelos lobos, ele observou como eles relacionavam-se entre si e notou certas semelhanças entre o macho alfa com seu falecido mestre. Entre uma oração e outra, pedindo para que o céus lhe perdoassem por suas falhas, Zigfrid recebeu uma mensagem espiritual de seu falecido tutor que lutando contra as forças negativas presas  no interior de sua mente, o libertou dos tormentos maleficentes, trazendo a paz de volta à Zigfrid. Ao retornar para a cidade Zigfrid decidiu visitar a catedral onde cresceu. Ao chegar lá, notou a catedral vazia,  aproximou-se do altar e ajoelhou-se em agradecimento. Minutos depois ouviu passos, ao virar-se, avistou o rei de Odion, Askar Laldemort, entrando no local.  Zigfrid levantou-se e mostrou continência ao rei, se curvando a seus pés. O rei, por sua vez, pediu que levantasse dizendo: - Perante a catedral e a justiça dos céus somos todos iguais, pelo menos aqui,  por enquanto, me sinto tão comum como poderia ter sido. Mesmo rei agora, ainda sou apenas um humano como você e como todos de Odion." Os dois conversaram longos minutos naquela circunstância, mas com o cair da noite, o rei, despedindo-se, partiu de volta ao castelo.  Askar começou a frequentar a catedral constantemente e, as vezes, se encontrava  com Zigfrid que também, sempre que possível, voltava para uma visita. Os dois construiram uma singela relação de amizade,  Zigfrid, como poucas pessoas, conheceu a verdadeira essência de Askar, não como o rei de Odion, ou um promissor sábio, mas um ser humano comum, imperfeito, ainda assim extremamente gentil e bondoso. Certa vez Askar havia perdido uma artigo que tinha extremo valor sentimental para ele, pois o havia recebido de seus amados pais. O rei havia procurado incansavelmente por todos os cantos do castelo, mas não encontrou o objeto perdido, ordenou então que os guardas e até mesmo seu guidendin procurassem o medalhão pelo reino. A importante peça de lembrança do rei estava com Zigfrid que havia encontrado no chão da Catedral, ao saber a quem pertencia se colocou em direção ao castelo para devolve-lo a seu dono. Ao chegar nos portões e receber a autorização de entrada, Zigfrid se encontrou com Askar e lhe devolveu o precioso medalhão. Muito contente e agradecido, o rei convidou o guerreiro paladino para jantar com sua corte. Durante o banquete Zigfrid foi nomeado ao cargo de segundo general real. Ao ouvir o pedido de vossa majestade Zigfrid engasgou-se ... todos à mesa riram da cena

O Terceiro General em Cargo: Arsel Wanclov

Arsel Wanclov era membro de uma ordem secreta de poderosos Alquimistas de Brightsdevalley, mas após desentendimentos pessoais com outros membros, abandonou a ordem e com isso foi proibido pelo líder da mesma de usar a alquimia novamente, com raiva e magoado ele partiu numa viagem à caminho de sua terra natal. Em busca de auto reflexão    Arsel peregrinou por quase dois meses, passou por Olympia e Apachi, até chegar no reino de Odion, onde decidiu se instalar e estudar um pouco nas bibliotecas centrais, lá ele encontrou Morgana, uma historiadora nomeada do reino que certa vez passou uma temporada em Brightsidevalley para estudar registros antigos que tinham sido recém achados. Eles conversaram e Morgana conta que agora não era uma simples historiadora, mas também era general do rei. Arsel fã do rei Askar, pelo seu trabalho com artefatos, escrituras, anatomia e estudos sociais misticos, internacionalmente conhecido em Gaiarth, ficou deslumbrado com a novidade. Morgana sabendo de sua admiração pelo rei o convida para conhecer o Castelo - Palácio de Odion.  Ao chegar no castelo, Arsel tem a oportunidade de conhecer o outro general em cargo Zigfrid, um nobre cavaleiro paladino e logo, em uma conversa com os dois generais, Arsel conta que tem interesse em novos aprendizados e buscava por um novo projeto de estudos. Morgana diz então que o rei estava estudando um artefato que poderia ter pertencido a brightsidevalley, foi quando Azard, o Guidendin de Odion, surgiu repentinamente nas sombras da sala e convoca a general para a sala de estudos do rei. Morgana aproveitando a oportunidade pede para Arsel acompanha-la. Lá ela apresenta Arsel para vossa alteza real que ao saber que seu visitante veio de Brightsidevalley, logo quebra cordialidades e começa a questiona-lo sobre sua estadia no reino da magia. Ao saber que o mesmo integrava uma Ordem de Alquimistas Poderosos, o rei de Odion ficara muito interessado em seus testemunhos e conhecimentos,  por isso pediu para que Arsel se instalasse em sua corte temporariamente. Askar até pediu ajuda em seu atual estudo, Arsel por sua vez, ficara lisonjeado com o convite e logo, os dois se tornaram parceiros de estudos, juntos a Morgana, conseguiram desvendar o mistério por trás do artefato em questão. Arsel impressionara o rei de tal forma que após certo tempo, o mesmo pediu para ele se juntar ao reino de Odion e  tornar-se seu  general.  

"É sempre bom ter pessoas de conhecimento como o vosso ao nosso lado ! " Disse o rei.

O Quarto General em Cargo: Zaico Rindbush

Zigfrid, um guerreiro paladino treinado nas catedrais de Odion, desde bem pequeno. Ele foi deixado na principal catedral do reino, no centro da capital, onde foi criado pelos sacerdotes e posteriormente, aos oitos anos, entregue a um Guerreiro que constantemente ia até a arquidiocese. Esse homem já tinha muita intimidade e familiaridade com o arcebispo e todos demais sacerdotes que frequentavam o local e acabou se apegando ao pequeno garoto. O experiente guerreiro um dia decidiu tomar conta de Zigfrid definitivamente, o tomando como seu aprendiz e protegido. Ele o treinou, pois se identificou com seu abandono e a criação sob os cuidados do arcebispo e dos outros sacerdotes. Anos se passaram e um forte laço de amizade entre mestre e tutor nasceu e consolidou-se entre os dois. Um dia o mestre de Zigfrid enfrentou um velho inimigo seu e morreu em batalha. Logo após a morte de seu mestre, morto por um clérigo negro, Zigfrid já um exímio guerreiro,  juntou-se a classe dos paladinos. Após concluir seu treinamento retornou a capital de Odion a fim de proteger o reino com seus serviços santos. Na capital começou a ser atormentado por vozes misteriosas, que traziam a cena da morte de seu adorado mestre repetidamente, tanto em pensamentos, quanto em pesadelos. Tais vozes faziam Zigfrid acreditar que era de certa forma o verdadeiro responsável pela tragédia. Com intuito de se livrar desses tormentos ele decidiu vagar pelas regiões mais afastadas do reino. Durante  seu momento de introspeção salvou um lobo selvagem de ser vitima de uma besta tenebrosa. Tal lobo era líder de sua matilha que veio ao seu resgate. O velho lobo ferido  foi curado pelas técnicas santas de Zigfrid, o animal então mostrou sua gratidão e impôs o respeito de sua alcateia à seu salvador. Zigfrid continuou sua peregrinação, acompanhado pelos lobos, ele observou como eles relacionavam-se entre si e notou certas semelhanças entre o macho alfa com seu falecido mestre. Entre uma oração e outra, pedindo para que o céus lhe perdoassem por suas falhas, Zigfrid recebeu uma mensagem espiritual de seu falecido tutor que lutando contra as forças negativas presas  no interior de sua mente, o libertou dos tormentos maleficentes, trazendo a paz de volta à Zigfrid. Ao retornar para a cidade Zigfrid decidiu visitar a catedral onde cresceu. Ao chegar lá, notou a catedral vazia,  aproximou-se do altar e ajoelhou-se em agradecimento. Minutos depois ouviu passos, ao virar-se, avistou o rei de Odion, Askar Laldemort, entrando no local.  Zigfrid levantou-se e mostrou continência ao rei, se curvando a seus pés. O rei, por sua vez, pediu que levantasse dizendo: - Perante a catedral e a justiça dos céus somos todos iguais, pelo menos aqui,  por enquanto, me sinto tão comum como poderia ter sido. Mesmo rei agora, ainda sou apenas um humano como você e como todos de Odion." Os dois conversaram longos minutos naquela circunstância, mas com o cair da noite, o rei, despedindo-se, partiu de volta ao castelo.  Askar começou a frequentar a catedral constantemente e, as vezes, se encontrava  com Zigfrid que também, sempre que possível, voltava para uma visita. Os dois construiram uma singela relação de amizade,  Zigfrid, como poucas pessoas, conheceu a verdadeira essência de Askar, não como o rei de Odion, ou um promissor sábio, mas um ser humano comum, imperfeito, ainda assim extremamente gentil e bondoso. Certa vez Askar havia perdido uma artigo que tinha extremo valor sentimental para ele, pois o havia recebido de seus amados pais. O rei havia procurado incansavelmente por todos os cantos do castelo, mas não encontrou o objeto perdido, ordenou então que os guardas e até mesmo seu guidendin procurassem o medalhão pelo reino. A importante peça de lembrança do rei estava com Zigfrid que havia encontrado no chão da Catedral, ao saber a quem pertencia se colocou em direção ao castelo para devolve-lo a seu dono. Ao chegar nos portões e receber a autorização de entrada, Zigfrid se encontrou com Askar e lhe devolveu o precioso medalhão. Muito contente e agradecido, o rei convidou o guerreiro paladino para jantar com sua corte. Durante o banquete Zigfrid foi nomeado ao cargo de segundo general real. Ao ouvir o pedido de vossa majestade Zigfrid engasgou-se ... todos à mesa riram da cena.

GH

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