












O Reino de Apachi

Numero de Origem: 12
Fronteiras com : Zahara e Olympia
População : Numerosa
Principais Atividades Econômicas: Não possuem economia,apenas trocam coisas e favores, mas tem como atividade principal artesanato e correio.
Principais Locais: O Cemitério, O Pico dos Grifos, A Torre dos Pássaros Mensageiros, O Totem Central, o Riacho corrente e a Cachoeira dos céus.
Principais datas festivas: O Ritual aos Antepassados, o Dia de Oferecer, o Dia do Nascimento de Apache e O Ritual de Inicio das Chuvas
Números econômicos: Não se classifica
Força militar: Considerável, mas vulnerável ainda assim contam com bons ataques aéreos.
Cores Oficiais: Amarelo Mostarda e Marrom Azeitona




ANTES DE SE TORNAR UM REINO, ERAS APÓS O INICIO DA VIDA EM GAIARTH, O ATUAL REINO DE APACHI, ERA APENAS A ALDEIA DE UMA NUMEROSA FAMÍLIA, QUE ISOLARA-SE DE SOCIEDADES MAIORES POR UM LONGO PERÍODO. DESLOCAVAM-SE SEMPRE, SEM UM LOCAL FIXO PARA QUE PUDESSEM CHAMAR DE LAR. MAS COM MUITAS CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS, TEMPOS DEPOIS, PELA DECISÃO SÁBIA DE UM CACIQUE, DEIXARAM DE SER NÔMADES E PASSARAM A TER UMA RESIDENCIA FIXA PROXIMA A UM RIO EM MEIO A UM GRANDE DESFILADEIRO. ASSIM A PROSPERA FAMÍLIA AO LONGO DOS TEMPOS, CRESCEU E MULTIPLICOU-SE, LOGO ERAM UM GRANDE ALDEADO EM MEIO A UM IMENSO PENHASCO. VIVIAM INTEGRALMENTE DAS HORTAS QUE CULTIVAVAM, ANIMAIS DOMESTICADOS E DO RIO QUE ALI PASSAVA. A TERRA PORÉM ERA ÁRIDA ,HAVIA POUCO O QUE CAÇAR, ENTÃO HABITANTES DA ALDEIA IAM ATÉ LONGES MERCADOS, ÁS VEZES ERAM ATÉ ENGANADOS, MAS ALGUNS CONSEGUIRAM TRAZER ESPÉCIES PARA PROCRIAÇÃO , TAIS COMO, LHAMAS, CARNEIROS E CORCÉIS, O QUE ATRAIU LOBOS, COIOTES E OUTROS CARNÍVOROS FORMANDO UM ECOSSISTEMA QUE DEU-SE AS REDONDEZAS DA ALDEIA. CONTUDO, SEMPRE PASSARAM DIFICULDADES, POIS VIVIAM DO SISTEMA DE ESTOCAGEM, JÁ QUE A ÉPOCA DA SECA DO RIO ERA BEM MAIS DURADOURA DO QUE A DA CHEIA. COMO A SECA ERA BEM MAIS COMUM, AS CHUVAS ALI QUASE NÃO SE VIAM. OS MORADORES DA GRANDIOSA E NUMEROSA ALDEIA SE CARACTERIZAM POR SEUS COCARES FEITOS POR PENAS E TINTA , CRIARAM A CULTURA DE TER BOM RELACIONAMENTO COM A NATUREZA E COM OS ANIMAIS EM GERAL , PRINCIPALMENTE AVES , TEM COMO AS ÁGUIAS E GRIFOS SÍMBOLOS DE FORÇA E ESPIRITUALIDADE. SEGUEM UMA PRÓPRIA RELIGIÃO E COSTUMES, SUAS VESTIMENTAS (FEITAS COM COURO DE BISONTES E FORMA BEM RUSTICA DE LINHA DE COSTURA) SÃO BEM CARACTERÍSTICAS TAMBÉM, ASSIM COMO SUAS MORADIAS, ARTE E CULTURA. PASSARAM-SE DEZENAS E DEZENAS DE ANOS ATÉ QUE A VILA TOMOU UMA IMPRESSIONANTE PROPORÇÃO TERRITORIAL, EQUIPARANDO-SE AOS REINOS MAIS NUMEROSOS, FAZENDO ASSIM NASCER NA ÁRVORE DA LUZ UM NOVO GALHO. AS SACERDOTISAS TOMARAM AS MEDIDAS DO LOCAL DE NASCIMENTO DO GALHO E ENTÃO CONCLUÍRAM A LOCALIDADE TERRENA EM GAIARTH DO MAIS NOVO REINO. O DELIMITARAM PONDO SEUS LIMITES TERRITORIAIS CONFORME AS DIRETRIZES PADRÃO E ASSIM, LOGO FOI ABERTO A ESPECIE DE ELEIÇÃO QUE DEFINI E BATIZA OS NOVOS REINOS. OS MORADORES LOCAIS HAVIAM SIDO ASSIM ENCARREGADOS DE ESCOLHER O NOME DESSA NAÇÃO GAIARTHICA, A POPULAÇÃO DA ALDEIA ACHOU JUSTO QUE O MORADOR MAIS ANTIGO BATIZASSE O REINO E ASSIM FOI FEITO. DAQUELE DIA EM DIANTE FOI DADO À GAIARTH MAIS UM REINO, O REINO DE APACHI. ATUALMENTE É RECONHECIDO PELOS SEUS GRANDES TOTENS E SEU DOMÍNIO POR AVES MENSAGEIRAS, TAIS COMO SUA ALIANÇA COM GRIFOS, QUE TAMBÉM SÃO USADOS PARA ENTREGAR ENCOMENDAS EM TODA GAIARTH. COMO A GRANDE ALDEIA É DISTANTE DE MUITOS OUTROS REINOS, E POR AINDA TER SEU ACESSO DIFÍCIL, AS AVES FORAM A FORMA QUE ACHARAM PARA UMA COMUNICAÇÃO EXTERNA. SÃO HÁBEIS CAÇADORES, ÓTIMOS ARTESÕES E FERRAMENTEIROS, MAS ACIMA DE TUDO SOBREVIVENTES. USAM SUAS HERANÇAS, PATRIMONIOS E HABILIDADES PARA CRIAR NOVAS FERRAMENTAS E MEIOS DE SOBREVIVÊNCIA, VISANDO FACILITAR CADA VEZ MAIS A VIDA NA ALDEIA. SEMPRE, CLARO, COM OS MATERIAIS OFERECIDOS PELA SUA TÃO RESPEITADA, E ADORADA TERRA MÃE.



A Rainha de Apachi
​
​
Xendraia Hawlgark




'Xendraia era uma simples aldeã do reino de Apache, sua mãe morreu quando ela era apenas uma garotinha, foi criada por seu pai e seus avós. Quando completou 15 anos seu pai morre em batalha contra um leão das montanhas, desde então foi criada pelos seus três avós (duas avós, e seu avô materno). Seu avô, pela alta idade, estava ficando muito doente, os curandeiros da Aldeia estavam preocupados com sua situação. Naquela época era tempo de seca bem duradoura, já não havia mais ervas para colher e bem pouca água no reservatório, pois houve uma falta de organização pelos generais do então ultimo falecido rei. Xendraia muito preocupada com o estado de seu avô decidiu ir ao monte celeste na Cidade Templo, pois contos antigos de Gaiarth dizem:
'' Aos corações atormentados, que se amarrem em seus desejos oprimidos nos galhos da árvore da vida, pois laçados com fé, logo terão seus pedidos tornados em realidade''. Muitos são os que sobem ao monte sagrado e amarram seus pedidos nos galhos da arvore da vida em formas de fitas, dizem que quando o laço se desfaz é porque o pedido foi realizado pelos céus. A jovem Apachi fez suas bagagens e partiu sozinha para o centro de Gaiarth. Chegando na cidade templo, a jovem programou com as sacerdotisas sua visita a árvore. Ela nunca estivera lá antes e tudo era tão limpo, sereno e mágico... puro!
Antes de entrar na sala da árvore, no palácio celestial, Xendraia teve que passar por uma especie de banho purificador, vestir vestes especiais e passou também por alguns outros procedimentos, depois de tudo está de acordo, a jovem foi habilitada pelas sacerdotisas de ir até a árvore, claro, com o acompanhamento de uma sacerdotisa, um guarda, e vigiada ocultamente por cinco presenças que sempre estão lá, no palácio celeste, na sala da árvore sagrada. Dizem que tais presenças nunca dormem e nunca baixam a guarda, são conhecidos como os '' Sentinelas da árvore da vida'' pelos que vivem em Gaiarth. Eles então olharam aquela jovem com lágrimas nos olhos, rezando para os senhores dos céus concederem seu pedido, mal ela sabia que eles se realizariam bem mais rápido que a mesma já se atrevera a sonhar um dia. Olhos bem mágicos e misticos observavam a jovem esperançosa, a criatura guardiã que estava sendo criada na cidade templo naquela época veio até ela, coincidentemente ou não, era um futuro guardião para o próprio reino de Apachi que estava quase pronto para a avaliação da subida aos céus. A criatura instintivamente foi atraída até o local da árvore, onde de repente Xendraia sente um brilho vindo por trás. Ao virar-se, foca seus olhos, vendo algo em meio a luz, como um unicórnio, que se iluminava cada vez mais vindo em sua direção. O ser si transforma em meio ao imenso clarão e logo depois que a luminosidade passa e a voz em sua cabeça se silencia, ao prometer fidelidade e proteção eterna, os olhos de Xendraia brilham como nunca haviam antes. Uma imensa figura feminina com pés de ave e aparência apachi ancestral abre sobre ela um majestoso par de asas. Foi assim, que então a jovem Xendraia foi eleita pelos céus para governar o aldeado de Apachi por muitos e muitos anos. Xendraia só tinha algo em mente, a saúde de seu avô, ela pediu para sua Guidendin leva-la de volta a seu reino, a Guidendin respondeu:
''Eu sei o que aflige seu lindo coração tenaz minha rainha, tranquilize-se, estou aqui para curar todos seus receios." A criatura mulher alada abraçou a jovem e alçou vôo em direção a sua aldeia. Chegando em Apachi, elas viram-se banhadas pelas gotas da chuva. Ao pousar, Shaiera, a nova Guidendin de Apachi, entrega a Xendraia uma especie de erva bem rara e diz:
''As sacerdotisas gentilmente providenciaram algo para você minha majestade."
Logo que recebeu aquilo em mãos Xendraia abriu um imenso sorriso e prometeu a si mesma, seria a rainha que Apache nunca tivera, ela serviria de exemplo para muitos e muitos reinados além do seu. Com a erva, Xendraia e os curandeiros da Aldeia conseguiram produzir o remédio que ajudara a recuperação de seu amado avô. Graças aos dons de Shaiera, a nova guidendin, Apachi agora pode finalmente ter prosperas colheitas e com as chuvas constantes até manter o rio sempre cheio e corrente, como sempre todos quiseram um dia



A Guidendin de Apachi
Shaiera

​
Habilidades: Invocar ventos, trovões, relâmpagos e tempestades, se transformar em aves, fazer suas penas se tornarem afiadas para lança-las como facões. Possui um grito supersônico, hipersônico e até ultra sônico.
É capaz de mandar uma mensagem pelos ventos.
Hobbies: Fazer artesanato e montar a cavalo, praticar arco e flecha.
Rumores: Há rumores que tal guidendin possa enxergar a milhas de distância.
Relatos: Foi relatado que Shaiera pode destruir poderosos campos de força mágicos com o poder de suas clavas.

A Guidendin gerada para escolher o líder do reino da grande aldeia Apachi, possui imensas asas, pernas e garras de ave e luta fazendo uso de duas pesadas e indestrutíveis clavas mágicas. Esta se revelou em sua forma de guardiã para uma jovem que esperava trazer chuvas para o seu reino, rezando para gerar assim uma erva local que seria utilizada para a cura de seu avô doente. Shaiera é uma Guidendin firme, não mede esforços e sempre conquista tudo no poder, com uma personalidade forte e ríspida. Shaiera quando irritada acaba deixando-se levar por suas emoções e provoca mal tempo, tempestade e as vezes até trovoadas, sem medir as consequências de seu descontrole. Tem um espirito livre, pode assumir a forma de algumas especies de pássaros e seu canto sônico pode ser ouvido a milhas e milhas, ela também pode enviar uma veloz mensagem particular pelos ventos até alguém que deseja. Suas clavas foram dadas pelos caciques da aldeia principal do reino de Apachi, são armamentos mágicos, elas ajudam a guidendin a conter seus poderes. A máscara que Shaiera usa está com ela desdo momento da revelação de sua real forma de guardiã, nunca foi removida, nem mesmo em fortes ventanias provocadas por ela mesma. Nunca olharam-se os olhos dela, mas sabe-se que sua visão é apuradíssima. Assim a Guidendin sobrevoa o seu reino protegendo a todos com seus poderosos olhos e suas penas navalhas. Os moradores de Apachi a chamam de a Guidendin do espirito de liberdade, pois sempre usa os céus para se libertar de seus receios.
"- Lá estávamos nós, perambulando já à alguns dias, em meio aos rochedos e penhascos das terras áridas. Nosso destino era chegar na Aldeia em três dias, mas já faziam-se cinco que havíamos deixado El solaria... bem, mas essa é a vida de mercadores peregrinos. O sol estava bem no alto, não havia nuvens no céu e bom... quanto ao calor? Ora, só não era mais quente que Zahara, imagino! Estávamos sem água a algumas longas horas, nossas vistas já estavam falhando e mal podíamos andar mais, encontrávamos no limite da sobrevivência quando chacais começaram a nos rondar. Era para ser nosso fim naquele dia de fato, mas escutamos aquele assobio de doer os ouvidos, quando uma sombra nos chama atenção passando ligeiramente sobre nós. Olhamos para o alto e avistamos a silhueta do que parecia ser alguma especie de pássaro com grandes asas, foi então que penas afiadas como facas são atiradas ao chão próximas a nossos pés, afugentando assim os chacais famintos. Logo o céu estava escuro e nublado,começara uma fina e breve, refrescante chuva, foi o suficiente para reabastecermos nossos estoques. Lembro de algo me dizer para seguirmos a águia que estava pousada ali perto, algo em mim dizia que ela nos mostraria o caminho a seguir, de fato ela nos guiou e nos acompanhou pelo trajeto, assim como um bom e fresco tempo, até que chegamos por fim a grande aldeia em meio aos penhascos:
" É a grandiosa Aldeia... Finalmente chegamos! É Apachi!"​



Os Generais Reais
​
​
O Primeiro General em Cargo - Xalcro Banuãna

Xalcro é tio de Habuan, era amigo intimo dos pais, e ainda é dos avós, de Xendraia. Muito sábio, possui alta idade, mas de forma impressionante ainda tem grandes condições físicas, uma assustadora força, resistência e agilidade. Dizem que foram boas ervas combinadas a seus conhecimentos que o possibilitaram chegar tão longe em vida e com tanta qualidade. Ele tem grande peso nas atuais decisões de Xendraia para com o Aldeado de Apachi, quando ela precisa falar com os espíritos de seus pais, ele sempre a ajuda, também guia muito seu sobrinho Habuan em suas decisões e sobre o amor ele sempre o diz:
"Meu amado sobrinho, o amor virá na hora em que ambos os corações se acalmarem em meio aos ventos do destino! "
O Segundo General em Cargo - Habuã Buanãrã
Habuã é um hábil guerreiro de Apachi, desde bem pequeno conhece Xendraia, foi ensinado pelo pai dela, suas famílias eram e são de fato muito amigas. Habuã se viu apaixonado pela bondade e bravura de Xendraia desde sua infância. Eles cresceram como amigos, mas os avós de Xendraia sempre pediram para ela considerar as intenções de casamento do jovem, por outro lado Xendraia queria sentir-se sempre livre, achava que ainda não era o momento certo, que ainda não estava pronta para tamanho compromisso. Habuã é um forte homem e soldado, ele juntamente a seu sábio tio, são os generais Apachi, ele dará seu coração para defender sua amada nação e a sua tão querida rainha da Aldeia de Apachi, Xendraia Hawlgark.










